<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001</id><updated>2011-04-21T20:25:45.492-03:00</updated><title type='text'>Coisas desanexas</title><subtitle type='html'>A idéia é um blog sobre várias coisas que não necessariamente se relacionam. Mas podem se relacionar. Hmm...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>8</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-111201189906920392</id><published>2005-03-28T09:07:00.000-03:00</published><updated>2005-05-01T04:21:57.656-03:00</updated><title type='text'>Breve explicação</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;(Sem sarcasmos e indiretas)&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Estou muito bem resolvida, obrigada. Mas falta tempo e criatividade.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Reafirmo: eu prometo que volto a escrever, só não prometo quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mais... 4 bons músicos cheios de estilo e letras inspiradas... de que mais eu preciso?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Although my lover lives in a place that I can't live&lt;br /&gt;I kinda find I like a life this lonely&lt;br /&gt;It rips and pierces me in places I can't see&lt;br /&gt;I love the rip of nerves, the rip that wakes me&lt;br /&gt;So I'm dissatisfied, I love dissatisfied&lt;br /&gt;I love to feel there's always more that I need&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So come on home...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;You're where you want to be, I'm where I want to be&lt;br /&gt;Come on, we're chasing everything we've ever wanted&lt;br /&gt;I replace you easily, replace pathetically&lt;br /&gt;I flirt with every flighty thing that falls my way&lt;br /&gt;But how I needed you, when I needed you&lt;br /&gt;Let's not forget we are so strong, so bloody strong&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So come on home...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blue light falls upon your perfect skin&lt;br /&gt;Falls, and you draw back again&lt;br /&gt;Falls, and this is how I fell &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;And I cannot forget this&lt;br /&gt;And I cannot forget this&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So come on home...&lt;br /&gt;But don't forget to leave&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Franz Ferdinand&lt;/strong&gt;, claro, &lt;em&gt;Come On Home&lt;/em&gt;. Escutem! E até...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-111201189906920392?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/111201189906920392/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=111201189906920392&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/111201189906920392'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/111201189906920392'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/03/breve-explicao.html' title='Breve explicação'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-111014238643240523</id><published>2005-03-06T17:53:00.000-03:00</published><updated>2005-03-06T18:18:49.663-03:00</updated><title type='text'>Somos todos laranjas</title><content type='html'>&lt;em&gt;[Aí está, Enzo. A falta de tempo me obrigou a adaptar um texto antigo, ao invés de começar um do zero. E num reclama não.]&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondendo à pergunta "o que tem demais em &lt;strong&gt;Laranja Mecânica&lt;/strong&gt;?"...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se viver de acordo com os requisitos exigidos pela sociedade, o homem deve se submeter a processos civilizatórios que muito se assemelham a um &lt;em&gt;espremedor de frutas&lt;/em&gt;, e que ignoram completamente a liberdade e a individualidade. O que importa não é o valor unitário de uma &lt;em&gt;laranja&lt;/em&gt;, mas sim o &lt;em&gt;suco&lt;/em&gt; que dela possa ser extraído, e se alguma &lt;em&gt;fruta&lt;/em&gt; estiver ruim, todo o &lt;em&gt;cesto&lt;/em&gt; poderá ser perdido. É a partir dessa metáfora social que Stanley Kubrick desenvolve um marco do cinema, que continua hoje tão atual quanto na época de seu lançamento, há mais de trinta anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem um início simbólico: a câmera focalizada nos olhos do personagem central, Alex, transmitindo em poucos segundos o turbilhão de emoções e sentimentos pelos quais o jovem é movido. Aliás, é interessante acompanhar as mudanças que esse olhar sofre ao longo do filme, muito bem trabalhadas pelo excelente Malcolm McDowell. Alex, um amante de música clássica, é também amante da ultra-violência, assim chamada por ele e por seus companheiros. Os quatro adolescentes se divertem praticando estupros e outras brutalidades pintadas por Kubrick como obras de arte, em cenas inesquecíveis, ao som de Beethoven e Singing in the rain. A arrogância de Alex, porém, passa a incomodar os demais, que resolvem entregá-lo à polícia. A partir daí, o filme muda totalmente de figura, e o detestável vilão passa a ser a pobre vítima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não mais vendo outra alternativa, Alex concorda em participar de um tratamento experimental criado pelo governo que, em síntese – e em teoria – "reprograma" os indivíduos "prejudiciais" à sociedade, tornando-os aptos a serem "integrados" a ela novamente. Para isso, o paciente é submetido a longas seções de vídeos violentos e imorais, acompanhados por doses cavalares de drogas que causam terrível mal-estar. Pretende-se, assim, desenvolver uma associação dessa sensação ruim com a violência, desestimulando o indivíduo a praticá-la. O resultado esperado é atingido: Alex se torna inofensivo, manipulável, moldado para a vida civilizada e objeto de uso político. E é aí que as contradições começam a aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recapitulando, Alex concorda em participar do tratamento para poder ser reintegrado à sociedade. Mas não é isso que acontece, porque, ironicamente, a sociedade não mais o aceita. É óbvio: Alex foi preparado para retornar, mas a sociedade não foi preparada para recebê-lo. Esse detalhe por si só denuncia a estupidez absurda do tratamento do governo. Isso, para não mencionar a questão ética envolvida. Maquiavel já dizia que os fins justificam os meios. E parece que, muitas vezes, essa é mesmo a lei que rege a sociedade. Até que ponto podemos nos colocar no direito de julgar o que é ou não correto, ou até que ponto devemos nos submeter às regras e limitações que nos são impostas para a vida em conjunto? Forçar um indivíduo a aceitar conceitos de certo e errado não é privá-lo de sua individualidade e liberdade? Kubrick nos faz pensar sobre questões como essas, ao invés de simplesmente escolher qual Alex é mais incômodo para a sociedade, o &lt;em&gt;natural&lt;/em&gt; ou o &lt;em&gt;produto&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para vivermos em sociedade, nossos instintos mais primitivos são renegados e substituídos pela condescendência e pelo pensamento de grupo, culminando em uma cegueira generalizada e uma total falta de sensibilidade para uma real recuperação de erros e desajustes que sempre podem aparecer. Afinal, somos humanos, não frutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo:&lt;em&gt; &lt;/em&gt;Beethoven - Nona Sinfonia, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;[Enzo, não sei se respondi sua pergunta, mas &lt;strong&gt;Laranja Mecânica&lt;/strong&gt;, pra mim, é isso. E um pouco mais...hehe.]&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/320/clockwork.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/200/clockwork.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;A Clockwork &lt;/em&gt;&lt;em&gt;Orange&lt;/em&gt; - poster original&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-111014238643240523?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/111014238643240523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=111014238643240523&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/111014238643240523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/111014238643240523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/03/somos-todos-laranjas.html' title='Somos todos laranjas'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110969441436314373</id><published>2005-03-01T13:26:00.000-03:00</published><updated>2005-03-01T13:37:24.726-03:00</updated><title type='text'>O blog agora é democrático</title><content type='html'>Bom, finalmente instalei o sistema de comentários do &lt;a href="http://www.haloscan.com"&gt;HaloScan&lt;/a&gt;. Agora os não-usuários do blogger/blogspot também podem comentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah é, eu perdi todos os comentários anteriores... Igor, Enzo e Renato, foi mal aí hein hehe...&lt;br /&gt;E &lt;a href="http://shamus.blogger.com.br"&gt;Renatin&lt;/a&gt;, valeu pela dica! (visitem o blog do menino, é muito legal)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Ao som de &lt;a href="http://www.franzferdinand.com"&gt;Franz Ferdinand - This Fire&lt;/a&gt;]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110969441436314373?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110969441436314373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110969441436314373&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110969441436314373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110969441436314373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/03/o-blog-agora-democrtico.html' title='O blog agora é democrático'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110968893025687863</id><published>2005-03-01T11:49:00.000-03:00</published><updated>2005-03-01T11:59:27.190-03:00</updated><title type='text'>Livre de que?</title><content type='html'>&lt;em&gt;[Isso aí era pra ser usado na oficina de Construção de Texto... mas como descobri que o tema não era tão livre assim, foi pro blog!]&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existe tema mais complicado de desenvolver do que o tal do tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;. Enfrentar o papel em branco, desarmado de idéias, não é nada fácil. A tarefa se torna ainda mais árdua quando o estilo também é &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;. Escrever sobre o que? Escrever como? Por algum motivo, nós, humanos, que nos dizemos tão criativos, sempre nos vemos falando sobre as mesmas coisas, e da mesma maneira. Ao invés de explorarmos o leque de oportunidades que se abre com o tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;, optamos sempre por aquela que nos parece mais segura, com a qual nos sentimos mais à vontade. Eu, por exemplo, tenho a tendência de escrever na 1ª pessoa, seja pela minha bagagem blogueira, seja pela influência do gonzo jornalismo, que despertou meu interesse recentemente. Costumo também escrever sobre cinema, assunto com o qual tenho certa intimidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como vocês devem ter percebido, não abordei o cinema ainda, mas a 1ª pessoa está aí. É engraçado, no jornalismo existe um mito de que a objetividade confere credibilidade ao texto, que através dela se dá a expressão da verdade. Quanta hipocrisia! Até parece que é possível escrever um texto totalmente isento de ideologias, opiniões ou tendências. E até parece que existe uma verdade só. Por isso, eu escrevo na 1ª pessoa, deixo claro o que penso, e que a minha é somente uma interpretação. E ainda assim, acredito estar sendo muito mais sincera do que muito jornalista que lê pela cartilha da objetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mas voltando ao tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;, esse nosso vício pela saída mais fácil me faz perguntar aquilo que eu coloquei no título: o tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt; é &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt; de que, afinal? À princípio, ele deveria ser &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt; de moldes e assuntos pré-definidos, mas nós os definimos naturalmente. Pensem bem, ao nos deparamos com um tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;, nossa reação inicial é de alívio. Antes escrever sobre qualquer coisa que podemos escolher do que sobre qualquer coisa já escolhida por alguém, não é verdade? Mas quando é chegada a hora de criar, toda a liberdade que nos foi dada se transforma em problema. É difícil começar sem um ponto de partida. É aí que acontece: descartamos todas as oportunidades que nos foram dadas e nos limitamos ao óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas horas, eu quase me convenço de que o eterno sonho da liberdade é uma farsa ou que, no mínimo, nós não sabemos lidar com ela. Frente à liberdade, nos apavoramos e procuramos refúgio em regras e portos seguros. Senão, alguém os faz por nós. Digo isso pensando no filme &lt;strong&gt;Laranja Mecânica&lt;/strong&gt;, um dos exemplos mais claros do que eu estou falando. Para quem nunca viu – deveria – o filme conta a história de Alex, um jovem que praticava sua liberdade através da ultra-violência e para se reintegrar à sociedade foi convertido em um pobre coitado manipulável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não resisti, toquei de leve no assunto cinema. Mas vou me dar um desconto, foi só para exemplificar. Acho que não seria exagero concluir dizendo que a liberdade é um conceito distorcido, e cujo poder de limitação é maior do que nos damos conta. Poxa, comecei falando sobre o tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;, falei sobre os modelos do jornalismo, voltei ao tema &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;, falei sobre liberdade, sobre Stanley Kubrick... ainda bem que o tema era &lt;em&gt;livre&lt;/em&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;[E já vou avisar que o próximo post será sobre Kubrick e Laranja Mecânica. Em homenagem ao Enzo...hehehe]&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110968893025687863?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110968893025687863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110968893025687863&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110968893025687863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110968893025687863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/03/livre-de-que.html' title='Livre de que?'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110937461325954866</id><published>2005-02-25T20:36:00.000-03:00</published><updated>2005-02-26T20:08:21.583-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;[Início de um breve momento meu-querido-diário]&lt;/em&gt; Hoje assisti &lt;strong&gt;Irreversível &lt;/strong&gt;pela segunda vez. &lt;em&gt;[Fim do breve momento meu-querido-diário]&lt;/em&gt; É um filme que vale a pena ver, não só uma, como duas, três, quatro vezes... Estrelada por Monica Belucci, Vincent Cassel e Albert Dupontel, essa produção francesa narra uma história simples – ainda que trágica: uma mulher (Belucci) é violentada, levando à fúria seu namorado (Cassel, que na vida real é casado com Belucci) e um ex (Dupontel), que partem em busca de vingança. O que chama atenção no filme e o diferencia de um longa comum são os inúmeros artifícios usados pelo diretor argentino Gaspar Noé. É curioso que os mesmos recursos que tornam o filme genial tenham sido capazes de espantar várias pessoas das salas de projeção onde foi exibido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, &lt;strong&gt;Irreversível&lt;/strong&gt; é incômodo desde o início. Ou do fim, já que o filme é cronologicamente rodado ao contrário. A primeira coisa que vemos surgir na tela são os créditos finais e, é lógico, a cena seguinte é o desfecho da história. Abusando de planos giratórios, luzes ofuscantes – que por vezes não nos permitem visualizar o que está acontecendo – e trilha sonora perturbadora, Noé reproduz habilmente o transtorno dos protagonistas. Da mesma forma, à medida em que o tempo vai voltando (sim, voltando) e a tranqüilidade começa a pairar, os planos passam a ser mais estáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da movimentação da câmera, o filme traz desconforto por não nos poupar em nenhum instante da realidade cruel por ele retratada. Em uma das seqüências mais impressionantes do filme, assistimos à morte brutal de um homem, que tem sua cabeça esmagada por um extintor de incêndio. A mesma violência pode ser vista na cena em que a personagem de Belucci é estuprada e espancada, e que foi filmada em uma única tomada. Aliás, o sexo e as mais diversas formas de sexualidade são ampla e desprendidamente (existe essa palavra?) abordados pelo diretor, servindo de base para uma crítica sutil: depois de acompanhar duas festas, a primeira em uma boate gay, a segunda em uma casa repleta de burgueses heterossexuais, nos perguntamos qual seria a real diferença entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu poderia estender o post em linhas e mais linhas sobre as variadas razões que fazem de &lt;strong&gt;Irreversível&lt;/strong&gt; um filme tão interessante, mas vou me conter e esperar que vocês que não assistiram, procurem fazê-lo, e vocês que já tiveram o prazer, tenham-no novamente. Enquanto isso, aqui vai uma questão para refletir: logo nos primeiros minutos, um personagem diz que &lt;em&gt;o tempo destrói tudo&lt;/em&gt;, frase que também é lida ao final da projeção. No filme, o tempo destrói tudo muito rapidamente e a inversão do tempo cronológico parece contribuir para a intensidade da tragédia. Talvez por já sabermos o destino dos personagens quando os conhecemos de fato, e então nos darmos conta do futuro que eles nunca terão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O tempo destrói tudo&lt;/em&gt;... cruel teoria a defendida pelo filme. Mas te faz pensar: o que resiste ao tempo? &lt;em&gt;[Mais um breve momento meu-querido-diário] &lt;/em&gt;Essa pergunta foi suficiente para preencher minha tarde inteira e, ainda assim, não cheguei nem perto de qualquer resposta. &lt;em&gt;[Já acabou]&lt;/em&gt; Existe algo realmente capaz de vencer o tempo? Nós, humanos, que nos sentimos tão cheios de poder sobre tudo, nos vemos totalmente impotentes frente a ele. O que sobreviverá, então? Alguma coisa, afinal, resiste ao tempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/320/06irreversivel.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/200/06irreversivel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Belucci, em &lt;em&gt;Irreversível&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;em&gt;[Editado]:&lt;/em&gt; Esqueci de algumas considerações que também acho importantes sobre o filme. São tantas!&lt;/p&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Não deixem de assistir, no dvd, um extra dos bastidores da produção, em especial dos efeitos especiais. São revelados detalhes impressionantes e um bastante curioso (hehehe)&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;O filme não deixa dúvidas em relação à influência de Stanley Kubrick no diretor Gaspar Noé. O desconforto visual, a trilha sonora, o estudo de comportamento humano, a realidade cruel... Não gosto de comparações e muito menos rótulos, mas &lt;strong&gt;Irreversível&lt;/strong&gt; poderia muito bem se encaixar em uma seleta categoria com o nome &lt;em&gt;Pós-Kubrick&lt;/em&gt; (mas isso aí é viagem minha, não liguem não). O fato é que o final do filme traz uma referência muito bem colocada ao diretor de &lt;strong&gt;2001: Uma Odisséia No Espaço&lt;/strong&gt;, reafirmando a idéia da nossa impotência frente ao tempo. Vocês vão entender.&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Logo depois que postei, li em um site (não me lembro qual) que, em entrevista a uma revista brasileira (também não me lembro qual era), o diretor Gaspar Noé afirmou já ter visto filmes muito mais violentos que o dele, entre eles, o nacional &lt;strong&gt;Ilha das Flores&lt;/strong&gt;, de Jorge Furtado, que mostra crianças procurando comida em um lixão. Precisa dizer alguma coisa?&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110937461325954866?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110937461325954866/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110937461325954866&amp;isPopup=true' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110937461325954866'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110937461325954866'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/02/incio-de-um-breve-momento-meu-querido.html' title=''/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110909014770185667</id><published>2005-02-22T13:35:00.000-03:00</published><updated>2005-02-22T22:53:39.423-03:00</updated><title type='text'>Atraso eterno de um mundo sem comunicação</title><content type='html'>Confesso que fiquei feliz com o retorno que recebi do primeiro post. Se o blog ainda não tem uma cara legal, pelo menos o conteúdo está funcionando. Eu vou me concentrar agora em manter um número razoável de leitores, afinal este blog tem como objetivo &lt;strong&gt;comunicar&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Comunicação &lt;/strong&gt;é uma palavra que faz parte do dia-a-dia de qualquer um e tem estado bastante presente no meu. É engraçado como a usamos constantemente sem pensar muito sobre o que ela de fato significa, e como formular um conceito para o termo é complicado. &lt;em&gt;Communicatio&lt;/em&gt;, do latim, expressa a idéia de "atividade realizada conjuntamente". A palavra nesse sentido original começou a ser usada em uma época marcada pelo isolamento, e a comunicação funcionava exatamente como uma forma de rompê-lo. Ou seja, o homem passou a viver em conjunto, realizar em conjunto, se opondo assim à solidão e à contemplação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que essa é apenas uma leitura da palavra. Afinal, a comunicação não é exclusiva do ser humano, há comunicação entre seres brutos e orgânicos em geral. Mas vou me restringir a falar sobre a comunicação das pessoas com o mundo, com as outras e com elas mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde seus primórdios, a espécie humana cria e recria variadas formas de se comunicar, seja através da arte, seja através da tecnologia. Aliás, graças aos avanços dessa última, não é exagero dizer que "&lt;em&gt;a Comunicação é a ciência do século XXI&lt;/em&gt;" (chavão cada vez mais comum a nossos olhos e ouvidos). É curioso como o homem se tornou especialista em inventar novos recursos pra se comunicar e continua o fazendo tão mal. Nos últimos 4 anos, o mundo assistiu a lamentáveis guerras e atentados com origem comum na &lt;strong&gt;intolerância&lt;/strong&gt;. É uma triste ironia. A sociedade consome os meios mas nega a comunicação. Os celulares, pagers e computadores acabam contribuindo para um retrocesso, o &lt;strong&gt;isolamento&lt;/strong&gt;. É uma hipocrisia dizer que estamos na &lt;em&gt;Era das Comunicações&lt;/em&gt;, porque as pessoas recusam a comunicação com outras culturas, religiões, pontos de vista e opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certo momento no filme &lt;a href="http://www.eternalsunshine.com"&gt;Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças&lt;/a&gt;, Joel, personagem vivido por Jim Carrey, diz à sua namorada, Clementine, vivida por Kate Winslet: &lt;em&gt;"Falar insistentemente não significa se comunicar"&lt;/em&gt;. Essa frase traduz não só um problema de Clementine, mas de toda a humanidade. A consciência, a capacidade de raciocínio, criação e expressão dão ao homem um potêncial inigualável de comunicação, mas que de nada adianta se não é convertido em habilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/320/brilhoeterno2.jpg"&gt;&lt;img style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; MARGIN: 2px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid" src="http://photos1.blogger.com/img/89/3709/200/brilhoeterno2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Brilho eterno de uma mente sem lembranças&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizo escutando &lt;a href="http://www.weezer.com"&gt;Weezer - Keep Fishing&lt;/a&gt; e dizendo que a nós, aspirantes a comunicadores ou não, cabe concentrar nossos esforços em fazer deste o século da Comunicação, e não da falta dela.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110909014770185667?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110909014770185667/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110909014770185667&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110909014770185667'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110909014770185667'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/02/atraso-eterno-de-um-mundo-sem.html' title='Atraso eterno de um mundo sem comunicação'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110900789071223140</id><published>2005-02-21T13:40:00.000-03:00</published><updated>2005-02-21T21:24:09.913-03:00</updated><title type='text'>Não acredite em tudo o que você vai ler aqui</title><content type='html'>Comecei muito mal. Nem 24 horas de blog completas e eu já contei uma mentira. Na verdade não foi bem uma mentira, foi uma verdade que durou pouco. Como vocês devem estar vendo no post abaixo, eu sugeri que o blog estava em processo de construção, tanto visual quanto criativa. O fato é que, felizmente, eu estou sempre pensando e por isso não preciso de mais tempo de inspiração ou algo do tipo. E quanto ao template... eu juro que tentei editar e dar uma cara bem legal pro blog, mas realmente não foi possível. Só posso dizer que minha paciência e tempo andam escassos ultimamente. Quem sabe daqui a algum tempo eu ou alguma alma caridosa (e talentosa) possa fazer algo de interessante no template, né? Por enquanto vai ficar assim, até porque minha tendência (assim como a proposta desse blog) é dar mais importância ao &lt;strong&gt;conteúdo&lt;/strong&gt; e menos à &lt;strong&gt;forma&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em conteúdo, já que o título do blog não diz nada e a descrição menos ainda, vou tentar explicar qual é a dele. Para vocês entenderem, convido todos a uma breve viagem no tempo (putz, como soa brega isso!). Tudo começou (afe, mais brega ainda...) quando uma garotinha chamada &lt;em&gt;Paulinha&lt;/em&gt; (sem comentários) resolveu ter seu primeiro diário. E seu segundo, terceiro, quarto... Ok, chega! Vou fazer isso do jeito mais fácil e menos ridículo: a idéia era contar que desde pequena eu sempre gostei muito de escrever, mas nunca tive paciência para manter um diário. Depois de (relativamente) crescida, aderi à onda do blog e criei o famoso &lt;em&gt;Blog da Mãe Joana&lt;/em&gt;. É uma pena que ele não esteja mais no ar, para vocês que não o conheceram poderem dar uma olhada e vocês que tiveram o prazer relembrarem. Ele serviria muito bem como base de comparação e como controle de qualidade deste aqui... Ah sim, como era de se esperar, eu abandonei o blog, que não era mais do que um diário virtual. Esse, aliás, é o conceito que a maioria das pessoas tem de "blog" e é do que eu sempre tentei fugir. Eu não consigo deixar de achar um tanto quanto pretenciosa a idéia de publicar na internet relatos sobre sua vida pessoal. Ora, quem estará interessado em saber sobre os homens da minha vida, ou como anda a facul, ou que diabos eu fiz no carnaval em Ouro Preto? À exceção dos meus bons amigos, que já sabem tudo (ou quase tudo) isso, ninguém. Então por que tornar público algo tão pessoal e de interesse tão restrito?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu quero com esse blog talvez seja ainda mais pretencioso do que isso, mas faz mais sentido pra mim. Se minha vida não é lá tão interessante, talvez o que eu tenho a dizer seja um pouquinho mais. Sim, isso é bem pretencioso, mas como estudante de jornalismo, é no mínino minha obrigação pensar assim. E mais do que isso, correr atrás, divulgar, aparecer. Eu sei que pouquíssimos serão os leitores daqui, mas eu estou fazendo a minha parte. E eu não prometo escrever menos daqui pra frente, vou escrever o tanto que for necessário. Sobre as tais &lt;strong&gt;coisas desanexas ou não&lt;/strong&gt;. Isso, se é que existem coisas que não se relacionam a outras... Esse blog seria uma farsa então. Ou não. Sabe-se lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem mais para o momento, encerro o post ao som de &lt;a href="http://www.supergrass.com"&gt;Supergrass - Richard III &lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Como sempre estou ouvindo algo enquanto escrevo, espero fazer disso um hábito. Por mais que Supergrass não tenha nada a ver com o post... ou tem? hmm...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a próxima pessoal!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110900789071223140?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110900789071223140/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110900789071223140&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110900789071223140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110900789071223140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/02/no-acredite-em-tudo-o-que-voc-vai-ler.html' title='Não acredite em tudo o que você vai ler aqui'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-10975001.post-110896533399857527</id><published>2005-02-21T02:54:00.000-03:00</published><updated>2005-02-21T02:55:34.000-03:00</updated><title type='text'>Blog em construção</title><content type='html'>(template e idéias)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;=P&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10975001-110896533399857527?l=coisasdesanexas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/feeds/110896533399857527/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=10975001&amp;postID=110896533399857527&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110896533399857527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/10975001/posts/default/110896533399857527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://coisasdesanexas.blogspot.com/2005/02/blog-em-construo.html' title='Blog em construção'/><author><name>Paulinha .</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14277782243022037733</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='18' height='32' src='http://photos1.blogger.com/img/89/3709/640/blog2.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
